"o sonho de um é parte da memória de todos." 

Jorge Luis Borges

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DISTINÇÃO MNEMOSYNE

Latest tagged entries for 'ARENDT'



A garantia da realidade

24 Apr 2009 5:29 P GMT+01
“(…) a presença de outros que vêm o que vemos e ouvem o que ouvimos garante-nos a realidade do mundo e de nós mesmos; e, embora a intimidade de uma vida privada plenamente desenvolvida, tal como jamais se conheceu ant

A verdade e o poder

23 Mar 2009 5:41 P GMT+01
“(…) a verdade, posto que impotente é sempre perdedora em choque frontal com o poder, possui uma força que lhe é própria: o que quer que possam idear aqueles que detêm o poder, eles são incapazes

Hannah Arendt entrevistada

23 Aug 2008 3:59 A GMT+01
Annah Arendt entrevistada

frases: dor

31 Mar 2006 12:35 A GMT+01
cessa de sentir qualquer outra coisa a não ser a si mesmo

simultaneidade

30 Mar 2006 1:34 A GMT+01
Do conhecimento que abarca tudo resulta necessariamente a simultaneidade, que abole a sucessão

a bondade

29 Mar 2006 12:02 A GMT+01
Quando a bondade se mostra abertamente já não é bondade, embora possa ainda ser útil como caridade organizada ou como acto de solidariedade. Daí: ‘Não dês tuas esmolas perante os homens,

escolha do mal menor

27 Mar 2006 1:59 A GMT+01
“Esse argumento [escolha do mal menor] é um dos mecanismos embutidos na maquinaria de terror e criminalidade. A aceitação de males menores é conscientemente usada para condicionar os

os meios de violência são inúteis...

25 Mar 2006 1:14 A GMT+01
“Onde as ordens não são mais obedecidas, os meios de violência são inúteis; e a questão dessa obediência não é resolvida pela relação ordem-violência,

O poder não necessita de justificação...

24 Mar 2006 2:40 A GMT+01
“O poder não necessita de justificação, sendo inerente às próprias comunidades políticas: o que realmente necessita é legitimidade. O comum emprego destas palavras como sinónimos é tão enganoso e confuso quanto a comum identificação ent

fluida relatividade das relações sociais e do comércio...

23 Mar 2006 1:05 A GMT+01
Valores são bens sociais que não têm significado autónomo, mas, como outras mercadorias, existem somente na sempre fluida relatividade das relações sociais e do comércio. Através desta relatividade, tanto as coisas que o homem produz para seu

estar completamente vivo...

20 Mar 2006 2:01 A GMT+01
Uma vida sem pensamento é totalmente possível, mas ela fracassa em fazer desabrochar a sua própria essência – ela não é apenas sem sentido; ela não é totalmente viva. Homens que não pensam são como sonâmbulos". (…)

só tem sentido na medida em que pode ser discutido...

19 Mar 2006 1:54 A GMT+01
“E tudo o que os homens fazem, sabem ou experimentam só tem sentido na medida em que pode ser discutido. Haverá talvez verdades que ficam além da linguagem e que podem ser de grande

propaganda e fantasia colectiva...

18 Mar 2006 1:33 A GMT+01
Hannah Arendt (1906-1975), ao analisar o papel da propaganda nazi em “Origens do Totalitarismo”, aponta para o facto de que a propaganda havia transformado o anti-semitismo num princípio de auto-definição. A propaganda fornecia à massa de ind

o discurso

16 Mar 2006 1:31 A GMT+01
Sempre que a relevância do discurso entra em jogo, a questão torna-se política por definição, pois é o discurso que faz do homem um ser político.”

cultura antropocêntrica

15 Mar 2006 1:13 A GMT+01
Há nas pessoas instintos de violência, depredação e dominação: paradigmas sombrios que as afastam da benevolência e generosidade em relação à vida e à natureza.

o mesmo poder condicionador

13 Mar 2006 4:02 A GMT+01
Em acréscimo às condições sob a qual a vida é dada ao homem na Terra, e parcialmente por causa delas, o homem constantemente criou suas próprias condições, que, apesar de suas origens e

uma autoridade que se torna questionável...

12 Mar 2006 2:13 A GMT+01
a falência das nações tem início com a destruição gradual da legalidade

continuidade consciente...

11 Mar 2006 2:21 A GMT+01
Sem testamento ou, resolvendo a metáfora, sem tradição — que seleccione e nomeie, que transmita e preserve, que indique onde se encontram os tesouros e qual o seu valor

despotismo das multidões

10 Mar 2006 2:29 A GMT+01
Hannah Arendt (1906-1975) critica o despotismo das multidões numerosas defendendo o modelo político da polis grega em que a acção política era individual e estava restrita aos cidadãos.

um produto quantitativo condicionado

9 Mar 2006 1:40 A GMT+01
Para Hannah Arendt (1906-1975), a evolução da sociedade, a assimilação da acção pelo social privado, o uniformismo das actividades humanas e o consequente conformismo demonstram bem até que ponto se perdeu a distinção entre a polis (esfera p

educação

8 Mar 2006 2:25 A GMT+01
A educação é o lugar em que decidimos se amamos suficientemente o mundo para assumirmos a responsabilidade por ele e, com tal gesto, salvá-lo da ruína que seria inevitável se não existisse a renovação e a vinda dos novos e dos jovens. A educ

a luta contra o poder...

7 Mar 2006 1:54 A GMT+01
a luta contra o poder é a luta da memória contra

essência de toda acção

6 Mar 2006 1:24 A GMT+01
a essência de toda acção, em particular a da acção política, é fazer um novo começo

ver e compreender, sem tendências e preconceitos.

5 Mar 2006 1:40 A GMT+01
“Somente a imaginação nos permite ver as coisas em suas perspectivas próprias, só ela coloca a uma certa distância o que está próximo demais para que possamos ver e compreender, sem tendências e preconceitos.

essa tarefa de vencer a morte...

4 Mar 2006 2:33 A GMT+01
“não é apenas o desejo apaixonado de permanecer vivo, o impulso vital nu e cru que o homem partilha com os animais, que impõe e atribui à cognição humana essa tarefa de vencer a morte