“...Durkheim não estava, como frequentemente se afirma, preocupado acima de tudo com a natureza da ‘anomia’, mas antes com a exploração da complexa inter-relação entre (…) ‘anomia&rsqu
Émile Durkheim;Moral (...) é tudo o que é fonte de solidariedade, tudo o que força o indivíduo a contar com seu próximo, a regular seus movimentos com base em outra coisa que não os impulsos de seu egoísmo,
Produziram-se mudanças profundas, e em pouquíssimo tempo na estrutura de nossas sociedades; elas emanciparam-se do tipo segmentário com uma rapidez e em proporções que não encontramos outro exemplo na história. Émile Durkheim
Émile Durkheim;Fizemos ver que um facto social não pode ser explicado senão por um outro facto social e, ao mesmo tempo, mostramos como esse tipo de explicação e possível ao assinalar no meio social interno o motor principal da evolução colectiva.
Émile Durkheim; É a sociedade que nos lança fora de nós mesmos, que nos obriga a considerar outros interesses que não os nossos, que nos ensina a dominar as paixões, os instintos,
Durkheim;Diante as doutrinas da prática, o nosso método permite e exige a mesma independência. A sociologia, assim entendida, não seria nem individualista, nem comunista, nem socialista, no sentido vulgarmente dado a estes termos
Émile Durkheim; Aguçava-se, então, a consciência de que o repertório de criar num novo sistema científico e moral que se harmonizasse com a ordem industrial emergente.
Émile Durkheim; A nossa ansiedade não vem do facto de que a crítica dos cientistas arruinou a explicação tradicional que nos era dada dos nossos deveres,
Durkheim;“O conjunto de crenças e de sentimentos comuns entre os membros de uma mesma sociedade, forma um sistema determinado que tem sua vida própria; podemos chamá-la de consciência colectiva ou comum.