“O idealismo filosófico clássico, na medida em que tendia a secularizar a moral, isto é, a emancipá-la da sanção religiosa, constituiu um imenso progresso (Hegel). Mas, exilada para o céu, a mora
“Acompanho os intérpretes de Platão que sustentam serem as Formas ou Ideias platónicas diferentes não só dos corpos e das mentes, mas também das “Ideias da Mente”, isto é, das experi&
?Se a verdade é subjectiva, daí decorre uma liberdade ilimitada. Kierkegaard [1813-1855] não só rejeitou o determinismo lógico de Hegel (?) como também sustentou a importância suprema do indivíduo e das suas escolhas lógicas ou ilógicas
"[Søren Aabye Kierkegaard (1813-1855)] Considerava as ideias de Hegel como um anátema, sobretudo porque o filósofo alemão não levava em conta, na sua opinião, a existência pessoal nem reconhecia a
Gostava de gostar de gostar.
Um momento... Dá-me de ali um cigarro,
Do maço em cima da mesa de cabeceira.
Continua... Dizias
Que no desenvolvimento da metafisica
De Kant a Hegel
Alguma coisa se perdeu.
Hegel, A finalidade mais alta é o bem, é o fim geral do mundo. A razão deve considerar essa finalidade como finalidade última do mundo, finalidade essa que se funda sobre a determinação da razão e que o espírito não pode ultrapassar
pensamento filosófico de Friedrich Hegel (1770-1831) sobre a História está exposto principalmente em duas obras: Fundamentos da Filosofia do Direito, de 1821, e Introdução à Filosofia da História, obra póstuma de 1837.
Friedrich Hegel (1770-1831) mostra que o conceito de finito produz o princípio básico do idealismo. Se o Ser das coisas consiste nas suas transformações, mais do que no estado em que elas, as coisas, existem, os múltiplos estados que elas apresentam
G. Friedrich Hegel (1770-1831)]na Filosofia da História pressupôs que a história da humanidade é um processo através do qual [o Homem] (…)tem feito progresso espiritual e moral e avançado [no] seu auto-conhecimento.
[G. Friedrich Hegel (1770-1831) elabora] uma filosofia da inteligibilidade total, da imanência absoluta. A razão aqui não é apenas, como em Kant, o entendimento humano, o conjunto dos princípios e das regras segundo as quais pensamos o mundo. Ela é i
"Todas as coisas são autocontraditórias em si" – esta proposição, que tão vivamente difere dos princípios tradicionais de identidade e contradição, expressa, para Hegel, "a verdade e a essência das coisas."
O idealismo interpreta o mundo como uma encarnação da consciência do Espírito Universal, da Ideia Absoluta, a que se referia Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831) na sua Filosofia da História,
Hegel acha que tal dualismo equivale à submissão ao mundo como ele é, e à ordem existente da realidade à harmonia com a verdade. A separação entre pensamento e ser implicava que o pensamento se retraísse diante das invectivas do "senso comum".
Neste sentido, Hegel não apenas reformula a psicologia, mas, sobretudo faz com que ela recobre sentido à luz de uma heresia teológica de grandes consequências filosóficas: o Absoluto só pode dar-se através da história da consciência humana como um pr
Hegel;a obra de Hegel (1770-1831) distingue-se em três grandes conjuntos: o Espírito Subjectivo, o Espírito Objectivo e o Espírito Absoluto.
Na primeira parte, Hegel detém-se na relação interna do Espírito consigo mesmo. A Ciência da Lógica descrev
Hegel; Todos os sistemas filosóficos anteriores a Hegel tinham tentado estabelecer critérios para o que o homem pode saber sobre o mundo. Isto vale para Descartes e Spinoza, Hume e Kant.
Hegel;“Colaborar para que a filosofia se aproxime da forma da ciência – da meta em que deixe de se chamar amor ao saber para ser saber efectivo – é isto o que me proponho.
Hegel; não é difícil ver que nosso tempo é um tempo de nascimento e trânsito para uma nova época. O espírito rompeu com o mundo de seu ser-aí e de seu representar, que durou até hoje; está a ponto de o submergir no passado, e entrega-se à tarefa da s
Hegel; não devemos cair nas ladainhas das lamúrias, dizendo que, no mundo, muitas vezes ou quase sempre, os bons e piedosos são infelizes, ao contrário dos maus e perversos. Por felicidade entende-se
“O botão desaparece no desabrochar da flor, e pode-se afirmar que é refutado pela flor. Igualmente, a flor se explica por meio do fruto como um falso existir da planta, e o fruto surge em lugar da flor como verdade da planta. Essa
E pense-se no Herbert Marcuse (1898-1979) de Razão e revolução (1941), em que afirma que "a razão é a verdadeira forma da realidade", onde "todos os antagonismos do sujeito e do objecto são integrados". Hegel, afinal, já dissera que o real é