| “(..) Tudo isto se tornou anormal. Ouvimos apenas a nossa própria voz e de mais ninguém! Dizemos: «Como isto soa a falso. É uma loucura a quantidade de palavras que utilizo». Estás a ver? Neste preciso momento não paro de falar, mas sofro com isso, porque nem consigo dizer o que pretendo. Tu, tu simplificaste o problema: calas-te e acabou-se. (…)” Ingmar Bergman (1918- )
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